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5 de julho de 2011

Dicas para diminuir a agressividade de cães

A companhia dos animais de estimação sempre foi uma grande aliada de nós, humanos, na busca por conforto afetivo. Conviver harmoniosamente com um cachorro certamente é uma experiência muito recompensadora.

Mas também pode ser uma baita dor de cabeça. A falta de experiência ou de disposição dos donos para educar os animais pode prejudicar a relação com os cães, estimulando a agressividade.

Pesquisadora e autora de artigos sobre o comportamento animal, especialmente a questão da agressividade, a veterinária Rubia Burnier (UNIFENAS-MG) aponta que o excesso de mimos e mordomias, assim com a falta de autoridade do dono, aliada ao despreparo para educar, podem influenciar a agressividade do animal em sua busca por dominância ou segurança.

Para ler o artigo completo clique aqui.

A história de Salem

Olá, estou aqui para contar a minha história de amor por um gatinho muito fofo. Na verdade, foi ele quem me escolheu. Eu estava em casa e tinha acabado de almoçar, estava assistindo TV, quando minha mãe disse: “Thamires, vem aqui pra você ver, o gatinho correndo atrás de duas meninas na rua.” eu me levantei e fui até o portão, observei que as meninas estavam fugindo dele, e então falei “Tadinhoooo”, foi nisso que do outro lado da rua, ele me viu, e veio correndo até mim e começou a miar e tentar entrar na minha casa, eu não resisti, peguei aquele gatinho tão pequenino todo sujo de barro e bem magrinho, e o levei para dentro de casa. 

Então ao entrar, dei um banho nele, enxuguei, e fui alimentá-lo, ele comia sem parar tamanha era sua fome, depois disso, fiquei segurando-o no colo por um bom tempo, até que ele dormiu. Minha mãe não o queria em casa de jeito algum, e tinha outro agravante, minha cadela Mel que é uma mistura de poodle com cão de raça não definida, e também foi adotada a 8 anos, odeia gatos. Comecei a procurar um lar para o filhotinho, mas ninguém queria, ele era para ser meu. Minha mãe ainda está se acostumando com a idéia, e aos poucos fui sociabilizando a Mel com a presença dele. 

Hoje já faz um mês e dois dias que ele está comigo, o batizei de Sálem, cresceu tanto, está gordinho, brincalhão, a Mel já gosta dele e eles até dormem juntos, e durante o dia me seguem para todos os lados no quintal. Aqueles olhos azuis me enfeitiçaram, agora enchem de alegria a minha vida. 

Às vezes fico pensando, o que seria daquele gatinho se nós não tivéssemos nos encontrado. Eu me sinto tão feliz, por ter dado um lar a um animalzinho que vagava pelas ruas em busca de carinho, que só queria atenção e um pouquinho de amor. Agora ele tem uma mãezinha que cuida dele todos os dias, e ainda ganhou uma irmã cadela que brinca com ele o tempo inteiro. 

Todos os animais merecem respeito, as pessoas que fazem maldade deveriam pagar muito caro, se eu pudesse ajudaria todos os animais que estão abandonados, por isso acho muito bonita a atitude de vocês com esses bichinhos carentes, confesso que já chorei lendo algumas histórias do blog, e espero um dia poder ajudá-los também. 

Bom, é isso, essa foi a minha história com o Sálem, espero que tenham gostado. Obrigada pela oportunidade de contá-la. 


Thamires Tosta,
admiradora do Hammã.

4 de julho de 2011

Arrecadação continua

E Deus chorou...

Os últimos meses foram tão conflituosos que eu já estava amargurada de tanto ter que trocar palavras para falar da mesma coisa.Diante da minha angústia,medi a angústia do leitor e então decidi a não escrever mais sobre contas à pagar.Agora fazemos o seguinte:eu faço um flyer desses em power point porque é o que sei fazer,divulgo e pronto.Seja o que Deus quiser.

Entendemos que todos sabem a dificuldade que é manter esse trabalho,então não é necessário tanta lamúria para explicar.Tudo bem assim? Vamos sempre fazer nosso apelo resumidamente,conta no fim no texto e ajudas são sempre necessárias e benvindas.É isso!

E eu estava louca para escrever esta postagem.Na verdade,eu quase que não me contive até esse momento. O único motivo pelo qual eu não o fiz antes,era o tema.Não sabia se o tema seria os sentimentos de Deus,ou a face humana do diabo,já que o encontro foi estremecedor. Me acompanhem...

Há alguns dias atrás,a Aspaan me pediu para fazer um relatório que seria encaminhado ao ministério público,sobre o TAC(Termo de ajustamento e conduta) do DVSA(Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental) antigo CCZ. Eu,como representante do Hammã e sempre estou dentro do DVSA scaneando tudo que acontece,era o nome mais indicado para tal tarefa e então a Aspaan solicitou gentilmente a nossa participação na reunião com o promotor Dr.Juliano de Barros. Claro que eu não fui morosa,prontamente preparei o relatório,com todas questões analisadas de forma bem diplomática,dando à César que era de César. Cejana não aprovou minha diplomacia,ela já está na estrada há mais tempo, sempre me salva da minha abissal ignorância, e como me conhece bem,ofereceu carona para uma visita "nêga" ao DVSA na vespéra da reunião.Mário deve postar por aqui sobre o conteúdo da reunião.

Para quem ainda não sabe,aqui em Goiânia,"ouviu-se" falar de um caso de Leishmaniose,e sob esse pretexto o DVSA não está mais dispondo de animais para adoção. E então,para onde estão indo os animais capturados ( odeio esse termo de bandido )? Estão indo para as faculdades de veterinária!E dentro da nossa legislação,não há nada que os impeça,infelizmente, e ninguém inventou ainda um instrumento útil que possa substituir a consciência individual. Mas o Criador,conhece bem a sua criatura.E é assim que Ele me trata desde que nasci...cutucando minhas feridas.

Aconteceu que em minha última visita ao DVSA,um cão falou comigo.Ele me disse:Tia,eu nem sei porque estou aqui na baia dos animais doentes.Eu não tenho nada! E eu abri sua boca,olhei suas patas,seus olhos,pêlo e tudo mais que indicasse alguma virose ou algo parecido,e nada encontrei. Chamei o veterinário que o olhou e não falou nada,mas seu olhar confirmava que aquele cão não tinha nada.Mas não o tirou dali,alegando que a equipe que o capturou não estava no DVSA para dar o relatório de apreensão. Fiquei por três horas no departamento e nada.Fui embora e liguei mais tarde dizendo que queriamos adotar o animal em questão.Diante do pedido que seguiu com a promessa dos exames necessários para leishmaniose, assinatura do termo de responsabilidade e oficio se fossem necessário,ouvi o seguinte:-me liga daqui cinco minutos.

Todas as ligações seguidas foram sem sucesso.Só conseguimos falar no DVSA no outro dia e fomos informados que o animal tinha sido eutanasiado.Tudo acontece dentro de uma legislação que não cabe nos "quadros normativos do humanismo". Desliguei o telefone.Estampava nos olhos meu desejo de salvar aquele cão.Um desejo pequenino e, ainda assim, frustrado...eu chorei e Deus também chorou.Choravamos sem som,sem cor,sem luz.Olhava para a mesma cena comigo.Víamos aquele cão grandão,com uma cara de bobão choramingando sua passagem ali.Ele era grandão,mas absolutamente dócil e inofensivo.

Deletei o relatório anterior e fiz outro.Foram cinco horas seguidas,estudando e montando algo a fim de convencer o promotor a reformular o TAC.O TAC é composto de três folhas,e de três folhas também foi composto meu relatório de acusações.Quem me acompanhou até aqui deve imaginar qual é o motivo público que está na origem deste texto e foi origem também do relatório. Sim, é o assassinato do cão que NÃO ESTAVA DOENTE.

Dormi às cinco da manhã,à oito teria que estar de pé.Foram algumas horas de sono,e um sonho com Hammã.Não sei bem o que isso quer dizer,mas curiosamente,sempre que me via sem rumo,nada era melhor do que a companhia de Hammã.Um momento com ele e um turbilhão de idéias brotavam.Fiquei feliz de estar ao lado dele novamente.

Na reunião o relatório foi apresentado e o promotor demonstrou grande interesse e acima de tudo,preparo,para buscar soluções.Falei do cão,claro que não falei que ele falou comigo,imagino que o promotor não entenderia,mas,o promotor disse que não poderia pegar um caso de exemplo.Ainda insisti um pouco,mas conclui,que tudo nos será permitido, exceto ter algumas velhas certezas. Não posso deixar de registrar aqui,um caso que nos levou ao ministério público há dois anos atrás.Também de um pit bull que lhe foi pedido a adoção e ele foi eutanasiado.

Isso me lembrou uma frase e me faz refletir sobre os motivos que levaram o protestante Martin Niemoller a escrever.Ela também compõe também um material que está sendo preparado em defesa dos cães de grande porte para ser entregue ao promotor do meio ambiente:

Primeiro, levaram os comunistas
e eu nada disse, porque não era comunista
Depois, levaram os sindicalistas
e eu nada disse, porque não era sindicalista
Depois, levaram os judeus
e eu nada disse, porque não era judeu
Depois, levaram-me a mim
e já não havia ninguém que me pudesse defender

(Martin Niemöller)

Participem da nossa campanha para o canil.Vejam o flyer no blog. Grande beijo em todos,fiquem com Deus

Meibel,
Presidente do Hammã

30 de junho de 2011

Cão escapa da morte graças ao Facebook

Homem resgata um cão após ver sua foto na rede social Facebook.

Nick é um bull terrir de dois anos de idade que estava prestes a ser sacrificado em um abrigo de animais. Para a sorte dele, uma de suas fotos foi parar no Facebook, explicando sua situação.

Quando Steve Jordan o viu, sabia que deveria ser seu novo tutor. A descoberta de Nick aconteceu quando Steve estava olhando a página do Facebook “Urgent Dogs”, que ajuda cães a encontrarem um lar.

Como ele mora em Michigan, teve que pegar um avião e correr contra o destino sombrio que Nick aguardava. Jordan disse que se apaixonou pelo cachorro porque ele parecia muito com o seu bull terrier que morreu em 2005.

Confira a história completa clicando aqui.


Assembléia do MT debate maus tratos a animais


Assembleia Legislativa de Mato Grosso realiza hoje (30), às 15h30min, no auditório “Deputado Milton Figueiredo” Audiência Pública, para discutir e debater acerca do tema: “AVA – Associação Mato-Grossense Voz Animal – 08 anos de luta em favor dos animais”. A iniciativa foi do deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR).

Para Emanuel têm sido muito frequentes os casos de maus-tratos para com os animais, assim como os casos de abandono, negligência, indiferença e toda a espécie de atos que conduzem a consequências de flagrante desrespeito para com a vida animal.

Para ler a matéria completa clique aqui.

Recentemente a Assembléia Legislativa de Goiás rejeitou um projeto de lei a favor da castração de animais por parte das prefeituras do Estado. Leia esta notícia clicando aqui.


28 de junho de 2011

Como combater a obesidade após a castração

De acordo com a médica veterinária da PremieR pet, Keila Regina de Godoy, a principal preocupação após a castração deve ser com a manutenção do peso, pois as mudanças hormonais acarretadas pela castração geralmente resultam em um comportamento mais sedentário, facilitando a instalação da obesidade. “Diante desse fator crítico, a alimentação passa a ter um papel central e deve visar o controle de calorias”, explica Keila, reforçando que não é necessário qualquer tipo de suplementação.

Para animais que estão no peso ideal no momento da castração, a veterinária indica uma alimentação com calorias moderadas e fornecida em quantidades adequadas para manutenção do peso.

Para ler o artigo completo clique aqui.


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