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12 de abril de 2011

Caso Durango: o desfecho

O caso do cão Durango, relatado aqui no nosso blog alguns dias atrás, teve um desfecho inesperadamente surpreendente e feliz.

O Projeto Hammã, ao tomar conhecimento do caso do cão Durango, providenciou uma campanha de arrecadação de fundos visando o seu resgate da casa da dona Ruth, que com seu instinto protetor, resolveu retirar o cão da sua condição de abandono nas ruas, onde estava sendo severamente maltratado por pessoas e outros cães da região. Dona Ruth recolheu o animal mesmo não tendo condições para mantê-lo, e prevendo a dificuldade que teria, entrou em contato com o Projeto Hammã solicitando algum tipo de ajuda.

A ajuda esperada acabou vindo através dos seguidores, colaboradores e amigos do projeto, que, atendendo ao nosso apelo, providenciaram uma série de doações em dinheiro para viabilizar o tratamento e alojamento de Durango, já que o Projeto Hammã não possui (até este momento) condições estruturais e financeiras para recolher o cão e providenciar seu tratamento, haja vista a vigência de sua dívida com canil e clínicas veterinárias contraída em benefício de outros animais cuidados pelo Projeto.

Apelo feito, apelo atendido. Assim que chegaram na conta do projeto os primeiros recursos financeiros, a nossa colaboradora Meibel Pereira procurou dona Ruth neste fim de semana para acertar os detalhes do resgate de Durango pelo Projeto Hammã. Foi quando foi surpreendida por uma notícia inesperada, porém, feliz: dona Ruth, que cuidou de Durango em sua própria casa por alguns dias, havia entregado o cão para uma pessoa que resolveu adotá-lo definitivamente após tomar conhecimento da história do animal. Como dona Ruth não nos comunicou e consequentemente não pudemos acompanhar o processo dessa entrega, buscamos saber quem era o adotante (que havia deixado seu telefone de contato com dona Ruth). Acabamos tendo mais uma boa surpresa: a adotante é uma amiga de uma de nossas grandes colaboradoras - portanto, uma pessoa conhecida do projeto. Após uma conversa por telefone com Meibel Pereira, a adotante, dona Francisca, residente na cidade de Bela Vista de Goiás, afirmou que tem todas as condições necessárias para ficar com animal, inclusive custeando todos os seus exames e seu tratamento de imediato; se comprometeu ainda a permitir que o Projeto Hammã acompanhe o processo de recuperação de Durango, que pelo que vemos, teve a sorte de encontrar, nesta última semana, pessoas que realmente se preocupavam com seu bem-estar.

Como Durango não chegou a ser resgatado oficialmente pelo Projeto Hammã, Meibel Pereira entendeu por bem devolver as doações feitas por nossos amigos e colaboradores, já que a nova responsável pelo animal afirmou poder cuidar do cão com recursos próprios. Esta devolução já está sendo efetuada e deve ser finalizada dentro de poucos dias.

Gostaríamos de agradecer a todos que se dispuseram a ajudar este cão, Durango, que sofreu todo tipo de maltrato e violência nas ruas e que teve sua vida mudada pela iniciativa de pessoas como dona Ruth e por você, que atendeu ao nosso pedido e doou o que pôde para tratar este cão, que a partir de hoje, será lembrado por todos nós como um ícone da resistência e perseverança diante da crueldade do ser humano. Gostaríamos de desejar uma feliz vida nova para o cão e agradecer imensamente à sua nova adotante por tomar a iniciativa de adotá-lo em um momento tão delicado. Muito obrigado a todos que colaboraram com doações e continuem ligados nas nossas campanhas de arrecadação.


Projeto Hammã

16 mitos sobre o seu cão


O famoso "senso comum" (ou conhecimento popular, para os mais íntimos) está recheado de "verdades", afinal, "a voz do povo é a voz de Deus", não é mesmo? O que o povo se esquece é de que esse senso comum, na maioria das vezes, se baseia em afirmações sem nenhum embasamento científico, gerando os famosos "mitos" da cultura popular.

Conheça agora alguns dos mitos sobre a vida canina:


1. Os cães devem ter uma ninhada antes de serem esterilizados

Isso não é verdade. Os cães que têm uma ninhada antes de serem esterilizados não são melhores por isso de qualquer forma. Na verdade, os cães castrados têm menor risco de câncer de mama e infecções uterinas.

2. Os cães estão doentes quando seus narizes estão quentes

A temperatura do nariz dos cão não indica se ele está saudável ou doente. Também não indica se eles têm febre. Há um "conto da carochinha" que diz que nariz frio ou molhado indica uma boa saúde e que o nariz quente ou seco indica febre ou doença. O único método preciso para medir a temperatura de um cão é com um termômetro. A temperatura normal do cão é entre 38ºC e 39º C.

3. Vira-latas são sempre mais saudáveis ​​do que os cães de raça pura

Isso não é verdade. Ambos, os vira-latas e cães de raça pura, podem ser saudáveis. No entanto, vira-latas em geral não têm muitas das doenças genéticas que podem ser comuns em linhas puras.

Para ler mais mitos sobre seu cão clique aqui.



9 de abril de 2011

Oração pelo Reino Animal


Pai Celestial e Criador de todos os Reinos.

Pedimos Tua intercessão e nos ofertamos como instrumento de auxílio à redenção do reino animal.

Pedimos-Te que nossas orações e ações possam ser utilizadas para equilibrar o desamor que os animais vêm sofrendo ao longo dos tempos.

Que eles possam receber toda nossa compaixão, todo nosso respeito e todo nosso amor.

Agora compreendemos que houve um grande engano quando entendemos, equivocadamente, que era para nos servirmos à vontade, de tudo a nossa volta, ignorando o exemplo do irmão Francisco de Assis.

O que fizemos foi degradrar o Paraíso que Tu nos deste, a Terra, planeta destinado ao aprendizado para a nossa evolução.

Em nome da humanidade pedimos-Te perdão por tantos erros cometidos. Misericórdia Senhor. Misericórdia.

Pedimos-Te que penetre com Tua Luz os corações de todos os seres que, por falta de consciência, não reconhecem sua tarefa como humanidade e sacrificam milhares de VIDAS animais todos os dias neste planeta, inclusive sendo servidos como alimento para muitos humanos, tornando-os coniventes com essa matança.

Perdão, Senhor, pelo trabalhos forçados, maus-tratos e humilhações impostos aos animais indefesos em matadouros, frigoríficos, açougues, rodeios, circos, rinhas, além de aprisionamentos, indiferenças e outras privações.

Que Teu Amor os perdoe, Que Teu Amor os redima. Que Teu Amor os reabilite.

Ó, Supremo Senhor, ensina-nos a consagrar-nos como dignos filhos de Deus.

Tu que criastes todos os reinos, inclusive os animais, que por outro lado, tanto alento têm trazido à muitos de nós, tornando-nos mais fraternos e mais humanos.

Nós, Teus filhos.


Fonte: Monges do Reino de Nova Friburgo

8 de abril de 2011

Pantera: pitbull femea para adoção




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(62)8406.6208 - Branco
(62)8478.7673 - Meibel

projetohamma@gmail.com
contato@projetohamma.com.br

Projeto Hamma no Jornal da Fonte

Entrevista com o presidente do Projeto Hamma, Rafael Branco, no Jornal da Fonte, da Fonte TV.

Videos sobre Direitos dos Animais

Confira abaixo dois excelentes videos nos quais diversos especialistas falam sobre Direitos dos Animais.



Como conseguimos estragar nossos cães


É impressionante a capacidade do ser humano de conseguir “estragar” um cão no passar do tempo. A maioria dos cães já nasce equilibrada e o convívio em grupo apenas mantém a estabilidade de todos os animais. Assim, eles podem viver o resto de seus dias realizados e de modo estável. As mães educam seus filhotes conforme os filhotes vão crescendo – quem nunca viu uma mãe pegando o filhote pela pele do pescoço e o afastando porque ele estava incomodando muito? Os adultos se corrigem o tempo todo, mostrando o que é permitido ou não naquele grupo. Enfim, buscar pelo equilíbrio é algo natural para os cães - o cão que continua instável é expulso do grupo para garantir a sobrevivência da matilha.

Com a domesticação, o ser humano retira os cães de seu ambiente naturalmente equilibrado e os leva para dentro de casa, fazendo de tudo para garantir a felicidade plena dos animais – dá muita atenção, carinho, comida, brinquedos e roupinhas – ou seja, tudo o que ele acredita que os cães precisam. Porém, essas necessidades são vista a partir do ponto de vista humano, e não do animal.

Humanizar um cão é a chave para “estragar” o animal. Eles se adaptam à forma como os tratamos e acabam desenvolvendo problemas de comportamento.

Para ler o artigo completo clique aqui.


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